17 de junho de 2014

Axa e a arte urbana

Há aqui alguém que não conheça o Axa e o que se passa por lá? Tudo a checkar! Não sou a maior fã de arte urbana mas tento manter sempre um espírito aberto no que toca às artes plásticas (principalmente). Não gosto daquela conversa de ''ai e tal, sou de dança, de que me serve ver uma exposição de pintura'' ou ''a minha cena é música e concertos, não estou pra aturar teatros'' - é preciso ver-se um bocadinho de tudo, ainda por cima neste mundo tão eclético, vale a pena perder grande parte só porque dá trabalho? Há que saber escolher o que consumimos claro, mas comer sempre arroz não chega, amiright? Durante séculos a cultura tinha um estilo dominante e só há coisa de mais ou menos 100 anos é que temos mais diversidade, por isso, toca a andar!

Discursos da história da arte à parte, vamos à parte que interessa. Aqui ficam algumas fotos da expo que esteve um mês nos vários andares do edifício Axa. Contou com performances por parte dos alunos do Balleteatro como abertura mas eu só pus lá os pés dois dias antes de terminar (domingo 1 de Junho).

Há vários artistas, com vários materiais e temáticas, o que dá uma imagem bem ampla do que é ou pode ser a arte urbana, com exemplos de artistas portugueses e internacionais. Como disse, não sou a maior fã, mas gosto bastante e gosto especialmente de intervenções pequeninas, coisas de poucos centímetros,escondidas pela cidade, como pequenas surpresas que a gente vai encontrando assim de repente.

No Axa tinham coisas pequeninas, coisas gigantes, temáticas sociais (como crise, desemprego, sem abrigos, ...) até pequenas caricaturas.

Aqui ficam algumas fotos :3



















identifiquei-me tanto com esta :3











These pictures are from an exhibition I visited this month in Porto, about urban art.

10 de junho de 2014

Primavera 2014

Depois de ter estado no Primavera Sound, a única coisa que (ainda) me passa pela cabeça é que borta é que isto deu pra aqui. Opá andavamos a correr entre os 4 palcos, abdicamos de alguns concertos - isto não se faz, feios -de mochila às costas com as tralhas, um bocadinho de chuva, um bocadão de frio, mas caramba se valeu a pena. Só levei a máquina no segundo dia. A minha vontade de fotografar é imensa, mas a de não morrer com dores nas costas também é grande e afinal não podia andar descansada com a máquina atrás, por isso as fotos são poucas.Ora bem, vamos aos concertos! Os concertos, aiii os concertos, demasiado bons. Era um mind blow concerto após concerto e acho que ainda não processei a coisa toda. Também não pus o sono em dia mas isso arranja-se! Podia por aqui fotos das reportagens que vi mas, what's the point? Props pros fotógrafos Hugo Lima e pra Rita Carmo que fizeram um trabalho bestial, como sempre!

Quinta comecei o festival com a Sky Ferreira. Tinha imeeeensa curiosidade em vê-la, mas foi um bocado meh. Foi competente mas faltou ligação com o público, ah e de uma luso-descendente esperava um obrigado decente sem mariquices e desculpas. O concerto das Haim foi das coisas que mais me surpreendeu neste festival. A pica delas é demais, a baixista é eléctrica e não havia quem não se mexesse lá com elas. Acabei o dia com Jagwar Ma, num ambiente bastante animado.

Sesta: ding ding ding, round two! Já consegui sentar-me na relva e ouvir Föllakzoid, gostei e recomendo! A seguir colei-me nas grades pra ver Warpaint, um dos concertos que mais queria ver. Adorei, aquelas cachopas são bestiais e fazem-me colar aos movimentos de todas elas, às vozes, opá, gimme more! Pixies vi muiiito cá atrás. Foi bom, mas não me deixou parva. Acabei a dançar com John Wizards e mais uma vez, parva da minha vida com Mogwai, que também queria ver.

Sábado,  já cansada, só me apetecia ir de pijama pra lá (cada viagem casa-primavera era pelo menos 1h). Não conhecia Hebronix, mas tratei de os conhecer melhor quando cheguei a casa, aquilo pareceu-me meio surreal e é bem o que gosto. Mais tarde, não estava à espera do fabuloso concerto dos Yamantaka//Sonic Titan. O som é de outro mundo e, apesar de estarem no palco mais pequenito, deram um espectáculo muito melhor que alguns nos palcos principais. A sua maquilhagem e roupa, escolha de movimentos, tudo era tão cinematográfico, tão atraente! - aqui fiquei mesmo lixada de não ter levado máquina. A esta hora já estava blown away com os dois concertos e segui pra John Grant. Não vi até ao fim, pra tentar chegar perto do palco para ver The National, mas tive imensa pena, ó! Aquela criatura adorável, com ar de pescador de salmão do norte da Europa impressionava a cada minuto, especialmente com a forma adorável de pronunciar azulejos. Ok, já vamos em três concertos que me tinham deixado k.o. The National começa bem, fica óptimo e passa a surreal. Aquele Matt sabe bem o efeito que tem no público, a maneira como se mexe intensifica as canções e quando o pessoal já se estava a passar, ele vem pra nossa beira, lá pro meio, e quando dou por mim sou levada numa corrente de centenas de pessoas que não sabiam a borta que tinha dado aqui. Saímos do concerto sem reacção, nem me lembro de Speedy Ortiz e a coisa só nos bateu umas horas depois.
















O festival estava muito bem organizado, as filas eram curtas e despachavam-se, não tinha muita gente e não me sentia esmagada (o que é ótimo pra não panicar), casas-de-banho em bom estado, pipocas, algodão-doce e montes de tralhas como toalhas de piquenique, cata-ventos ou máscaras à pal - sou uma vendida e gosto de tralhas!

Acabei o festival nos baloiços de madeira com a Rita a pensar: caramba, tenho que voltar!




Hey! This post is about the music festival Nos Primavera Sound, here in my hometown Porto.

5 de junho de 2014

Serralves em Festa 2014

Mas de festa houve pouco. Erro nº.1: fui domingo de tarde; já há alguns anos que vou com os meus pais ao domingo, este foi provavelmente o último. Erro nº.2: era dia da criança e havia demasiada canalha. Erro nº. 3: eu não gosto de multidões e cada vez mais este evento é divulgado e eu sofro com as ondas de gente a esmagarem-me (ai socorro).

Chego, passado meia hora sento-me no Prado e penso que devia ter ficado em casa afinal. Havia demasiada gente e eu com vontade a menos de ver as coisas



Uma performance aqui, outra acolá e continuo pouco convencida.



Esta senhora era casada com o senhor da foto de cima, nota-se :3




Já ao fim da tarde, ao ver estes miúdos, os Quelle Dead Gazelle, fiquei satisfeita de ter saído de casa e já não me importei tanto de ter levado com tanta gente. Gostei mesmo deles, checkem :3



Conclusão: pra próxima vou ao fim da tarde/noite porque consumir este tipo de coisas com meio mundo à volta (e muitos sem interesse cultural) não enche medidas nenhumas.




2 de junho de 2014

Maio 365'

Hey! Mais um vez trago o 365' do mês que passou. Maio foi gravemente desfalcado, com 7 dias sem fotos, mas continua cá na mesma! Tenho andado com uma memória péssima e chegar ao fim do mês e rever as fotos ajuda-me a relembrar o que ando a fazer. Foi um mês de azares com o estrago da minha lente - que já se resolveu - e a avaria do pc, oh yeaah! Sem mais tralhas, here you have ^^


Vestido de noiva feito pela mãe ^^


Tirei uma foto à televisão e agora apetece-me estar sempre a fazer o mesmo

No Photo Fashion Weekend




Parte da minha camisola com o ''Nascimento de Vénus''

churros, damn!

Parte da exposição que esteve no Axa, stay tunned que vem aí mais


 Acho que nunca vos mostrei, mas sempre que não tiro uma foto, uso esta imagem e ponho como legenda o dia que está em falta. Porquê? Porque sou quase sempre muito picuinhas com a organização das minhas imagens e faz-me imensa impressão saber que o mês tem 30 dias e só tenho 28 ficheiros xD