1 de dezembro de 2015

365' Novembro

Que raio de mês. Este foi o primeiro mês que estive na loja nova. Eu e a minha mãe trabalhamos juntas, numa loja de roupa por medida, na Trofa. Ela é modista e eu aprendiz. Mudamos para um espaço maior e mais confortável onde podemos trabalhar como deve de ser. O mês anterior foi de mudanças mas este, o de adaptação, também não foi pêra doce mas a satisfação de ir trabalhar num sítio em que fomos nós a ajudar a construir dá uma ajudinha! Se quiserem espreitar a loja, podem clicar aqui e vão parar à página de facebook.
Foi durante Novembro que me propuseram duas parcerias a nível fotográfico, mas isso virá a seu tempo. Foi também em Novembro que finalmente comecei a trabalhar na minha marca de roupa. Eu fiz uma marca de roupa e isso ainda não me bateu mas tou ansiosa pra vos mostrar.
Às 23h de dia 30, ao escrever este post vejo-me cansada, com poucas fotos mas com muito trabalho no lombo. Ao menos em Dezembro tenho uns dias de férias.

Ps: Não vou a concertos desde Agosto, tou doente, tão doente.

O vestido que a minha mãe me fez

Em Serralves

Numa sessão fotográfica a uns amigos 

Esta foto faz-me lembrar um quadro do Matisse, nem sei bem porquê






Perto da minha loja há um terreno que volta e meia encontro lá esta miúda e as amigas, adoro!

Uma das fotos que fiz para a minha marca :3

22 de novembro de 2015

Serralves, a Bienal e a Lena

Serralves é casa,  Serralves tem a luz mais bonita, as paredes mais convidativas e as árvores mais catitas. Serralves é caro e não é pro meu bolso, só de vez em quando.
Mal foi a anunciado que haveria uma exposição da Helena Almeida passei-me e mal pude fui lá dar um salto. Soube também que estavam expostos os trabalhos da última Bienal de São Paulo. 







Começamos com a Bienal numa de deixar a Helena pro fim, tipo, sobremesa, mas caraças, que exposição pesada! Os artistas focaram-se muito em temas fortes, como a exploração das pessoas, da terra, a corrupção e a impotência que reina entre o povo brasileiro. Saí de lá cansada, esgotada e a pensar que este foi o melhor veículo de informação que tive ultimamente sobre os temas preocupantes do Brasil.














Já cansadita, fomos pra Helena, ou a Lena, como manhosamente lhe chamamos durante a visita. Não lhe tirei muitas fotos porque me distraí, simples como isso. Gosto da Helena há muito, estudei a sua obra ao de leve na faculdade e a partir daí que a admiro mais. Volta e meia vou coscuvilhar qualquer coisa dela em jeito de inspiração, esta exposição foi um pouco disso também.









16 de novembro de 2015

Feira da Póvoa

Às vezes acho que se não fosse o blog não fotografava tanto. Aliás não é achar, é ter certeza - e sei que isso acontece com muitas de vós.
 Por vezes dá-me vontade de mandar o blog pró raio que o parta, mas depois dá-me assim uma coisa '' pois e depois como mostravas as tuas fotos?''. E eu quero que as pessoas vejam as minhas fotos. Acabo por me sentir uma totó e voltamos ao blog. 

Este domingo fui à Feira da Póvoa. As feiras fazem parte da minha família desde sempre mas em miúda detestava-as. O cheiro, o andar esmagada pelas pessoas e o barulho, nem me façam falar do raio do barulho! Berrarem-me é ''5€!'' de cinco em cinco minutos é garantirem uma Inês irritada. A minha adolescência foi livre de feiras mas passados esses anos voltei a descobrir-lhes os encantos. Don't get me wrong, o barulho continua a ser um sacrifício, mas desse esforço saem fotos, so who cares. Gosto de ir lá comprar legumes e fruta e falar com as senhoras que vendem isso, gosto de ver a roupa e ir à mesma banca buscar os bolos. Mas, acima de tudo, gosto das pessoas lá. Sendo assim, as fotos da feira, são fotos das pessoas da feira!

Ps: Gosto das pessoas, menos do gajo que me tentou vender pensos rápidos 5 vezes seguidas e ainda gozou comigo por lhe dizer ''nãaaaaaaaaooo'' e da gaja que chega à minha beira e me apalpa o cabelo e fica com uma cara de peido quando lhe resmungo.















Ok, afinal não tirei tantas fotos a pessoas como achei. Mas esta última foi meia escondida de quem estava à minha volta. O puto no chão, a marimbar-se pro resto do mundo.

10 de novembro de 2015

Workin

Numa altura do ano que queria frio, vento e chuva, vejo-me a olhar para a janela todas as manhãs com uma cara de nojo, toda ensolarada. Calorenta que deus ma libre, a melhor opção é sempre camadas, umas calças de ganga, não vá a meia-calça ser muito quente, e uns sapatos à gajo, como o meu pai lhe chama. Meia à Michael Jackson (que tem âncoras btw) e uns brincos em forma de lâmpada foram acrescentados às 8 da manhã. É isto que visto pra ir trabalhar, andar de um lado para o outro a fazer recados, atender clientes e parecer minimamente apresentável. 
As fotos foram tiradas na minha nova loja (ok, minha e da minha mãe). A minha coisa preferida lá é, provavelmente, a parede pintada com tinta de efeito ardósia. Dêem-me giz e fico uma miúda toda contente. A ideia foi usar a parede como fundo de foto e forma de legendagem para o outfit. Isto ainda tem muito por onde lhe pegar!



Vamos ignorar as fotos desfocadas que a minha mãe insistiu que estavam direitas (ela vê mal ao perto, eu ao longe, lindo) - e a tampa da canon no bolso.