De volta a Lisboa. Uns dias fora que funcionam melhor que aspirinas e me enchem de ideias pros meus trabalhos - o pior é quando acaba mesmo e aquela viagem de comboio pro Porto me lembra de tudo que ficou em stand-by.
Já há um ano que as minhas visitas à capital são frequentes e mesmo já tendo visto ''tudo'' há sempre algo novo, nem que seja meter-me numa rua estranha e ir parar ''lá abaixo ao mar'' (as vezes que eu digo mar em vez de rio acerca do Tejo até a mim me enerva). Voltei à feira da Ladra, alguns anos depois da última vez que lá fui, corri parte da margem a pé até à baixa e depois ao Cais do Sodré. Ir a Lisboa exige passar pela Martim Moniz (pelo Martim Moniz?), voltar aos miradouros e sentar-me num canto na Mouraria para aproveitar os dias, afinal são sempre poucos.
Estes dias nunca seriam a mesma coisa sem a Rita e agora, a cereja no topo do bolo, o meu afilhado João.














