1 de janeiro de 2015

365 Dezembro


Na Comic Con


Concerto do Filho da Mãe










Dezembro foi um mês de correria, mas da boa. Reparei que neste mês fiz todas as coisas que fui fazendo durante o ano: estive em Lisboa com a Rita, estive de férias noutra parte do país, revisitei uma cidade cá do Norte, fui a um concerto com quem mais gosto e fotografei muito. Foi uma bela maneira de acabar o ano em fotografias e acabar o 365 sem acreditar que o completei - próximo post vem balanço do projecto todo (claro, tinha que ser).

28 de dezembro de 2014

Into the Wild

I had this into the wild kinda days last weekend.  I didn't knew where I was going, just I'd be in Gerês, one of the most beautiful places in Portugal. I stayed in an house almost lost in the woods, with good food and wine, my camera and music. It's hard now getting back home honestly.



this was my breakfast view











24 de dezembro de 2014

O fim de ano é pra totós, mas chega pra todos, por isso somos todos totós

O que fazer quando a gente não quer andar a fazer retrospectivas, pensar no que fez durante o ano, concluir o que há a concluir e fazer projectos novos quando toda a gente está sempre a falar nisso? O meu conselho é desligar-se da internet e da tv. Se não se consegue é fazer ouvidos de mercador, daqueles que se faz quando a gente não quer ouvir aquele sermão.

Este tipo de coisas deixam-me assoberbada, sempre deixaram. Embora eventualmente tenha que fechar o ano e perceber o que fazer pro ano seguinte, não gosto de me sentir pressionada a fazer isso no fim de Dezembro, gosto de fazer quando apetece e em prazos mais curtos, tipo no fim de cada mês, no fim do Verão ou no fim do almoço caramba.

Dito isto, não quer dizer que deteste este tipo de coisas, pelo contrário, com sangue de historiadora nas veias, eu faço retrospectivas em piloto automático. Muita vezes faço-as só com aquilo que correu mal mas quando dou por mim nisso ligo as mudanças manuais e penso, caramba inês, deixa de te martirizar, olha as coisas que fizeste e normalmente não fazes! Por exemplo, eu desisto de quase todos os meus projectos mas, este foi o primeiro ano que conclui o 365 e não o deixei a meio em Janeiro, mesmo com uns buracos, não interessa, terminei a tarefa. Também não estou a trabalhar como deve de ser, mais uma vez acabo um ano sem trabalho, mas este foi o primeiro ano em que paguei coisas maiores que queria com trabalho meu. Tentar ver o lado bom da coisa.

Não quero escrever um post motivador-cliché-de-fim-de-ano porque acho que, e por experiência própria, esse entusiasmos passam demasiado rápido e a ressaca que fica é mais lixada de curar do que se nunca começássemos o tal projecto.

Tinha que acabar com fotos, claramente, quatro das minhas favoritas deste ano, todas agrupadas em jeito de filme fotográfico.





18 de dezembro de 2014

O Violino de Ingres

O meu amor pela fotografia e pela (história da) arte estão sempre de mãos dadas, coladas, agarradinhas e não se largam. O ''Violino de Ingres'' é uma das obras que mais vi e revi, fez parte da minha licenciatura e volta e meia aparece para me assombrar. 

Há dias, quando passava um tempo em Lisboa, eu e a Rita chegamos a casa num domingo à noite e fizemos estas fotos. Tenho a sensação que demoramos 15min. Já fotografo a Rita há um tempo jeitoso e é cada vez mais fácil fazê-lo, já sei como é e ela já sabe o que eu quero, a coisa é super fluída - por algum motivo ela aparece muitas vezes aqui. 

Anyway, aqui estão as fotos  

 






Looking at these photos you may recall ''Ingres Violin'', well that was my inspiration for it :)


13 de dezembro de 2014

“Cheguei a Lisboa, mas não a uma conclusão.”

                                                            por Fernando Pessoa, Trecho 16 do Livro do Desassossego

Lisboa começa a tornar-se o sítio para onde vou quando não quero estar cá no Porto, desligar só um bocadinho e deixar cá em cima as coisas todas. Sair de casa só nos faz gostar mais de onde viemos mas desta vez as saudades eram pouquíssimas. Mal pus o pé em Campanhã chegou tudo ao mesmo tempo e eu ainda não me habituei à minha casa outra vez.
Ok, deixando o saudosismo para trás, ficam aqui as fotos que fui tirando no fim de semana em que estive lá. Sexta pela Gulbenkian e baixa (lembrar-me de não ir à baixa nesta altura para não ser arrastada pela multidão, medo), Sábado pelo Largo do Carmo e Mude, Domingo por Belém e tudo interligado pela casa da Rita e pela Avenida da Liberdade com os concertos do Mexefest.

Sexta

Gulbenkian e a exposição de caligrafia japonesa










Sábado
No café Vertigo (obrigada Rita P :D) e no Mude










                                                                     Domingo