4 de dezembro de 2014

Mexefest 2014

Devia chamar-se mexe mexe ou perdes os concertos ou, mexe-te peste, não vejo o palco e não paras de tirar selfies.
Já sabia que ia para um corre corre, especialmente quando queria ver 2 concertos ao mesmo tempo e ia abdicar de outros 2. Felizmente eu e a Rita orientamo-nos muito bem e a coisa lá se compôs.





A organização deixa um bocado a desejar. Disseram-nos que vendem bilhetes baseados na lotação do coliseu dos recreios quando há recintos que nem 1/4 das pessoas pode ter. Isso fez-me perder Shura e querer bater em alguém. Mas pronto, siga, ou mexe-te.

Depois dos Old Yellow Jack, seguimos pra Tune - Yards - opá que concerto! Que pica, que energia, não podia pedir melhor e foi o melhor concerto do dia e um dos melhores do festival! Depois disto acabei por perder Shura mas ainda havia St.Vicent pra ver. Apesar de gostar dela, quando vou ver alguém ao vivo não quero ver um actor, quero um cantor. O espetáculo é bastante coreografado, os discursos ensaiados e tudo muito dramático. É bom? É, mas não pagava um bilhete só por ela (já tinha abdicado dum concerto dela no Primavera).





Sábado tinha imensas expectativas para ver Sharon van Etten e ela não podia ter correspondido melhor. Gira, bem disposta, óptimo sentido de humor e com boas respostas na língua para os engraçadinhos na plateia, canta que se farta e é super fluída, podia ter ouvido o concerto dela horas a fio. Btw, as varandas do coliseu de noite, yes please.







Correndo para Palma Violets, fiquei a conhecer a vista do piso superior da estação do Rossio, que giro!, e a mexer-me como se o chão fosse lava. Se não fosse a mochila com a máquina (eu sei eu sei, devia deixar a máquina em casa mas ela fez-me uns olhinhos tristes e eu tive que a levar) tinha feito um treino jeitoso naquele concerto.






De volta ao Coliseu para Wild Beasts e o útimo concerto do festival. Já sem lugares, fiquei sentada no chão lá em cima, no corredor do topo, com a vista para todo o recinto e a pensar como era sortuda em estar lá.


1 de dezembro de 2014

365 Novembro







estes miúdos são os meus vizinhos (e dos que eu mais gosto)




Não sei o que foi Novembro, a memória é curta e as fotos este mês foram poucas (que disco riscado) para me lembrar das coisas, além daquelas que passam o dia comigo. Lembro-me deste fim-de-semana em Lisboa, da chuva nos pés e do sol na cara.
Volta e meia estou no instagram, quem quiser é dar uma olhada :)

24 de novembro de 2014

Daqui a lisboa é um tirinho


Hey! Preciso da vossa ajuda ^^ Vou a Lisboa nos próximos dias e quero sugestões de cafés para lanchar coisas boas e restaurantes tipo petisqueiras, tudo com um ar amoroso. Lojas que achem indispensáveis visitar (tudo pela baixa) e sítios que gostem de passear, jardins, o que for.
Obrigada :3

20 de novembro de 2014

Upon us all, a little rain must fall











Rain is one my favourite natural visual effects. It's crazy amazing how something so simple (''simple'') as water can behave in such different ways and transforme every landscape. I'm attracted to rain in urban landscapes; I love watching the floor turning into mirrors, tons of umbrellas popping up like mushrooms and seeing how people react differently to this.
These are yesterday's photos and when I was editing them I stopped to read Nancy's blog post on Christophe Jacrot's glorious photographs, so if you like rain on the city go check this :)

10 de novembro de 2014

It's all i wanted




















Fotos do gang, tiradas pelo gang, leia-se Hierro (checkem o flickr dela), Rita, Inês e João.

I love to photograph people, that's not new, but among all the people the ones I love the most to photograph are my friends. When we left Flup we all went different ways ofc, so the time we have together is becoming rarer. I'm not one of those friends who wants to take pictures aaaaall the time but I feel the urge to do that often and not let of these meetings go by with at least one group photo; it's like materializing the memories, you get me.