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11 de junho de 2015

Sintra

Nunca tinha ido a Sintra. Nunca fui de visita de estudo, excursão, passeio de família ou algo do género. Quando fui a Lisboa, eu e a Rita fizemos logo planos para tratar desta minha falha. Lá fomos, cientes que tudo lá era um roubo às nossas magras carteiras mas hey, a gente vai e mete-se.
Sintra é aquilo que toda a gente diz e mais alguma coisa. É imensamente bonita, histórica e cheia de plantas, cafés catitas e ruas muito nossas. Pena pena é não ser para o meu bolso. Vi online o preçário para os vários sítios e embora não me chocasse, frustrou-me. Ficava bem mais barato almoçar numa esplanada do que visitar um palácio. Não que eu acho que o edifício não mereça essa entrada, mas sinto-me alienada das coisas do meu país porque não as posso pagar - puxando a brasa à minha sardinha, não posso ter livre acesso a estas coisas por ser historiadora de arte? Até percebo que estes espaços precisem de dinheiro - um país onde os apoios à cultura mostram o nosso avanço mental - admira-me como muito heroicamente conseguem manter estas coisas abertas, não em Sintra, mas em lugares menos turísticos. 
Tristezas à parte, valeu bem o dinheiro que me custou entrar na Quinta da Regaleira (6€ normal, visita livre). Passei o dia com aquela piada à pai ''estou regalada'' e a cada passo, uma foto. Sem grandes turistas naquela segunda-feira, conseguimos andar sem grande movimento porque multidões, só mesmo se for preciso, blhec.



























17 de maio de 2015

La perfection est dans les détails
















Andei um bocado às voltas sobre o que iria escrever sobre este post e devia deixar de coisas e começar do início.
Eu tenho várias ideias pra fazer fotos mas muitas ficam na gaveta, por várias razões. Por norma acho que não tenho capacidade pra fazer aquela foto ou não tenho a pessoa/sítio ideal pra isso e deixo andar. Sempre que preparava algum tipo de sessão era relacionado com moda e a protagonista uma rapariga - a minha zona de conforto. A cena é que passado algum tempo, sentia-me a estagnar e queria fazer algo diferente e mudar o protagonista. Aqui é que entra o Flávio, aka Flama. Expliquei-lhe o que queria e apesar de ser um bocado novidade pros dois a coisa lá se foi compondo. O sítio é um dos meus preferidos na baixa, o Era uma vez em Paris - se não conhecem façam-me um favor, vão lá e depois digam-me alguma coisa - e não podia ter escolhido melhor lugar.
Apesar de olhar e ver coisas que tecnicamente podiam estar melhores, adorei o resultado :)
Para ver mais é dar uma olhada ao meu flickr!

3 de abril de 2015

365 Março

A minha irmã


Reparem na saia branca da mulher










No último post têm o resto das fotos desta série



Damn que correria de mês que mais pareceu dois meses. Por curiosidade (e porque o discurso sobre este mês parecia familiar) fui ver o março do ano passado e por coincidência este mês também estive doente e comecei um projecto novo. As fotografias melhoraram significativamente mas mau era se fosse o contrário. Não vi nenhum filme como deve de ser, mas voltei a ler como já não fazia há algum tempo.
Cada vez mais fico contente com ter começo o 365 o ano passado e tê-lo mantido até agora, tem-me servido de máquina do tempo e isso é impagável. 

10 de março de 2015

Gente de Lx

Já vos disse que adoro fotografar pessoas? Já, de certeza, mil vezes, mas pra quem é novo por cá, é uma coisa que devem saber sobre mim. Aliás, em imensos posts de fotografia aparecem fotos de pessoas, quer de amigos meus quer de estranhos na rua. Anyways, as fotos que se seguem são quase todas tiradas em Lisboa (exepto as duas primeiras, que são cá do Porto).