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23 de fevereiro de 2015

Lisbon Diaries

De volta a Lisboa. Uns dias fora que funcionam melhor que aspirinas e me enchem de ideias pros meus trabalhos - o pior é quando acaba mesmo e aquela viagem de comboio pro Porto me lembra de tudo que ficou em stand-by.



























Já há um ano que as minhas visitas à capital são frequentes e mesmo já tendo visto ''tudo'' há sempre algo novo, nem que seja meter-me numa rua estranha e ir parar ''lá abaixo ao mar'' (as vezes que eu digo mar em vez de rio acerca do Tejo até a mim me enerva). Voltei à feira da Ladra, alguns anos depois da última vez que lá fui, corri parte da margem a pé até à baixa e depois ao Cais do Sodré. Ir a Lisboa exige passar pela Martim Moniz (pelo Martim Moniz?), voltar aos miradouros e sentar-me num canto na Mouraria para aproveitar os dias, afinal são sempre poucos. 
Estes dias nunca seriam a mesma coisa sem a Rita e agora, a cereja no topo do bolo, o meu afilhado João.

16 de fevereiro de 2015

Stanley Kubrick no metro de NY


Sabem quando vêem alguém a fazer alguma coisa tão boa, mas tão boa, na vossa área que pensam ''oh god como é que eu alguma vez vou fazer uma coisa destas?'' e depois vêm que essa pessoa é mais nova... Isto acontece-me uma boa meia dúzia de vezes por dia mas uma vez que me bateu forte foi quando vi este conjunto de fotos. Ao longo destes anos tenho-as visto repetidamente, umas vezes soltas outras em conjunto e sempre assinado Stanley Kubrick. Depois de ver o nome fico com aquela sensação agridoce de ''claro que as fotos são boas, vindo de quem vêm'' e ''possa o gajo só tinha 17 anos''.
Anyway, eu gosto imenso destas fotos e os motivos são vários. Primeiro porque me lembro delas e pode parecer um bocado desnecessário este argumento mas, tendo em conta as centenas de imagens a que sou exposta todos os dias, lembrar-me de uma imagem meses depois de a ver é sinal que de facto me fez alguma coisa. A genialidade das fotos é inegável, o miúdo já sabia o que fazia e nota-se uma sensibilidade fotográfica evidente. Sempre tive dificuldade em perceber a ideia da concepção dum filme, era-me um bocado abstracta até me explicarem que os filmes surgem mais ou menos da mesma ideia duma foto - a coisa vai lá com o treino. Por último como é que eu resisto a fotos de pessoas nos anos 40? O que eu mais gosto de fotografar numa das minhas épocas preferidas, opá!


Fonte das fotos: Link







A preferida do grupo



Com mais pesquisa acabei por revisitar o site do museu de Nova Iorque  com mais fotos do caraças e algumas que não via há muito tempo, sendo esta também, uma das preferidas


As fotos do Kubrick já fizeram mais por mim do que as leituras que fiz sobre como fotografar, mas quem é bom é bom.

31 de janeiro de 2015

Film Noir













Não sei se foi a casa da inês, com marcas de gente que lá viveu há muito tempo, se os films noir que me pairam há dias na cabeça ou voltar a estar com eles, o certo é que gosto imenso destas fotos meias paradas no tempo. Tenho fotografado muito, quase exclusivamente, a preto e branco, e neste momento é em tons de cinza que vou guardando os bocadinhos que tenho com esta gente, cada vez mais escassos mas não menos preciosos. 

1 de dezembro de 2014

365 Novembro







estes miúdos são os meus vizinhos (e dos que eu mais gosto)




Não sei o que foi Novembro, a memória é curta e as fotos este mês foram poucas (que disco riscado) para me lembrar das coisas, além daquelas que passam o dia comigo. Lembro-me deste fim-de-semana em Lisboa, da chuva nos pés e do sol na cara.
Volta e meia estou no instagram, quem quiser é dar uma olhada :)