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25 de janeiro de 2016

Esse olhar que era só teu

Eu tenho um problema com esta música, quase como se fosse uma doença. Aparece e fica dias e dias e quando se passa algum tempo sem a ouvir, ela volta com força. Essa música é a minha cidade, com as minhas pessoas, as minhas noites e dias, as minhas farturas e francesinhas, os meus cantinhos a fotografar. Sinto-me uma sortuda em viver onde vivo e nunca me cansar deste sítio, que é antigo mas descubro-lhe um canto novo com frequência. 
Hoje o Porto estava uma beleza, com uma luz que nem sempre tem mas que me lembrou das minhas coisas bouas cá da terra. Sou uma pirosa, eu sei.














Curtiram agora estas duas fotos juntas? A roupita é toda feita por mim e pela minha mãe, a blusa tem um estampado de mala de viagens (how cool is that?), a saia a puxar inspiração aos anos 40, os sapatos de guerra e os suspensórios que estavam parados desde os meus 15/16 anos.



Não costumo mostrar os meus pais, mas gosto imenso desta foto!

25 de junho de 2015

Analogicamente falando


Já há um ano que tinha 3 rolos pra revelar (ainda tenho um desgraçado a ganhar pó). Havia sempre qualquer coisa que me esgotava o dinheiro e isto ia sempre ficando pro fim, but no more! 

O primeiro rolo que revelei foi uma experiência com o filme 110 nesta câmara.

Resultado? Isto





Imeeeensa foto lixada, péssimo uso do iso e pior julgamento da quantidade de luz da coisa. Pronto aprende-se é assim e eu quis trazer isto pra quem tá a começar com fotografia analógica e pode ficar meio desanimado caso obtenha resultados manhosos.

Agora, fui revelar um Fujifilm p&b 400, acho, e o resultado é bem melhor! Já estou mais habituada à máquina por isso a coisa lá se safou.
São fotos de Agosto e Setembro de 2014, em Quarteira, Sta Maria da Feira e Porto















7 de junho de 2015

Serralves em Festa 2015

Há coisa de 3 anos pra cá que todos os anos digo em Serralves ''pró ano não volto! isto tá sempre cheio carago''.E todos os anos volto. Porque os amigos combinaram, porque um amigo tem uma parte no programa ou porque, este ano, a minha irmã (de peruca rosa) ia dançar. E fui, cedinho, no domingo na hora de almoço, focada em estender a manta no relvado onde ela ia dançar e assistir apenas a isso. Fui sem expectativas, sem ver o programa e sem saber de nada. Ao chegar vejo que Ghettoven ia actuar antes da minha irmã e lá dou um salto ao ''Ténis'' - valeu-me um pseudo escaldão no peito e costas. A caminho da apresentação dela dei uma olhada na exposição do museu e voltei para o ''We are all stories in the end'', do Ricardo Ambrósio, apresentado pela turma do 2º ano de dança do Balleteatro. Pedi que não me contasse nada, só sabia que cada um tinha uma personagem - queria saber ao ver o espetáculo. Não tenho uma narrativa linear para deixar aqui, nem vale a pena, deixo as fotos.