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14 de outubro de 2014

Alfons Mucha


Cliquem na imagem para ver em tamanho gigante
Esta litografia é de 1897 feito pelo artista Alfons (Alphonse) Mucha usada como cartaz publicitário. Apesar de se ter expressado de várias formas, são os seus cartazes publicitários que o distinguem mais e são muitos dos seus trabalhos que dão a cara à Arte Nova.
 Eu podia falar imenso deste senhor como fã tremenda desta época/ forma artística/ temática, mas não fiz este post pra isso, mas sim pra vos mostrar a t-shirt da Romwe com este estampado. Já a recebi há uns meses mas nunca mais me lembrei de a trazer cá. Sou um cliché com as coisa que gosto e gosto de as por na roupa, seja arte, seja bandas, seja o que for e a internet dá cabo de mim! Anyway, aqui está a dita cuja, uso-a muitas vezes com esta saia e com flores no cabelo. A luz tá forte (tá forte tá) mas até gosto :)




Nem sempre trato bem do meu Pintrest, mas quem quiser dê um salto ao meu e quem tiver deixe aqui em baixo o link para eu ver :3



This is a lithography from 1897 by Alfons (Alphonse) Mucha, used as an advertising billboard.
I could tell you how I love this era / art form , but it's not the point of this post. I want to show you this romwe shirt. I already received it a few months ago but I forgot it ^^'. I'm a huge cliché with stuff I like (tv shows, movies, music,...) and I like to have it printed on my clothing :3.  Anyway, here is the Mucha shirt, I often wear it with this skirt and flowers in my hair. 

25 de agosto de 2014

Janela Indiscreta

Já escrevi várias vezes aqui que adoro fotografar pessoas. Gosto de ver como interagem, como é que as pessoas se relacionam, como reagem ao que lhe acontece, apanha-las a cru - ganhei foi um gosto especial por casais (queria uma maneira anti creepy de dizer isto mas não deu). As fotos abaixo são uma amostra de algumas que gosto, o que me inspira e o que procuro :)

Henri Cartier Breson, Romania, 1975






Hungary 1980, Guy Le Querrec
Era impossível  trazer só fotografias quando passei horas infinitas a babar-me para cima das pinturas no entanto, trago só uma, uma das minhas obras favoritas do Millais, dos Pré-Rafaelitas e de sempre, a Yes, de 1877.




Ok, isto tudo para chegar aqui. Tirei esta foto à dias. Estive horas sentada neste café e este casal também. Não tinham nada de particular, não falavam muito, mas qualquer coisa neles me fazia lembrar o quadro de cima. Além das semelhanças óbvias, como o dar a mão, estarem de lado, ela à direita e iluminada e ele com a cara quase tapada pela sombra, as semelhanças emocionais também se vêm afinal, passem os anos que passarem, gente é sempre gente e passa pelas mesmas manhas.

21 de julho de 2014

A perspetiva da retrospetiva com perspetiva

Dia 4 deste mês estive na abertura da exposição ''A perspetiva da retrospetiva com perspetiva '' do artista plástico Pedro Guimarães, no museu Alberto Sampaio.

Além das obras expostas, o dia em que fui contou com performances de algumas bailarinas.






Música ao vivo num piano, também obra do artista




Olhem para este quadro e reparem bem nos dois abaixo


Viram as três vistas? :)


Este tipo de peças tem realmente impacto no local, muito mais presencial do que em fotografias







É bastante fácil identificar quem estão nestas obras, fadistas portugueses, conceituados e premiados. Estes quadros são pintados sobre renda, o que lhe atribui outro simbolismo. Mas será melhor darem um salto ao facebook do artista e verem outros detalhes.






Podem visitar a exposição até dia 31 de Agosto e, como o museu está aberto à noite, até à meia noite, quem quiser tem várias oportunidades para passar lá :)


17 de junho de 2014

Axa e a arte urbana

Há aqui alguém que não conheça o Axa e o que se passa por lá? Tudo a checkar! Não sou a maior fã de arte urbana mas tento manter sempre um espírito aberto no que toca às artes plásticas (principalmente). Não gosto daquela conversa de ''ai e tal, sou de dança, de que me serve ver uma exposição de pintura'' ou ''a minha cena é música e concertos, não estou pra aturar teatros'' - é preciso ver-se um bocadinho de tudo, ainda por cima neste mundo tão eclético, vale a pena perder grande parte só porque dá trabalho? Há que saber escolher o que consumimos claro, mas comer sempre arroz não chega, amiright? Durante séculos a cultura tinha um estilo dominante e só há coisa de mais ou menos 100 anos é que temos mais diversidade, por isso, toca a andar!

Discursos da história da arte à parte, vamos à parte que interessa. Aqui ficam algumas fotos da expo que esteve um mês nos vários andares do edifício Axa. Contou com performances por parte dos alunos do Balleteatro como abertura mas eu só pus lá os pés dois dias antes de terminar (domingo 1 de Junho).

Há vários artistas, com vários materiais e temáticas, o que dá uma imagem bem ampla do que é ou pode ser a arte urbana, com exemplos de artistas portugueses e internacionais. Como disse, não sou a maior fã, mas gosto bastante e gosto especialmente de intervenções pequeninas, coisas de poucos centímetros,escondidas pela cidade, como pequenas surpresas que a gente vai encontrando assim de repente.

No Axa tinham coisas pequeninas, coisas gigantes, temáticas sociais (como crise, desemprego, sem abrigos, ...) até pequenas caricaturas.

Aqui ficam algumas fotos :3



















identifiquei-me tanto com esta :3











These pictures are from an exhibition I visited this month in Porto, about urban art.