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22 de novembro de 2015

Serralves, a Bienal e a Lena

Serralves é casa,  Serralves tem a luz mais bonita, as paredes mais convidativas e as árvores mais catitas. Serralves é caro e não é pro meu bolso, só de vez em quando.
Mal foi a anunciado que haveria uma exposição da Helena Almeida passei-me e mal pude fui lá dar um salto. Soube também que estavam expostos os trabalhos da última Bienal de São Paulo. 







Começamos com a Bienal numa de deixar a Helena pro fim, tipo, sobremesa, mas caraças, que exposição pesada! Os artistas focaram-se muito em temas fortes, como a exploração das pessoas, da terra, a corrupção e a impotência que reina entre o povo brasileiro. Saí de lá cansada, esgotada e a pensar que este foi o melhor veículo de informação que tive ultimamente sobre os temas preocupantes do Brasil.














Já cansadita, fomos pra Helena, ou a Lena, como manhosamente lhe chamamos durante a visita. Não lhe tirei muitas fotos porque me distraí, simples como isso. Gosto da Helena há muito, estudei a sua obra ao de leve na faculdade e a partir daí que a admiro mais. Volta e meia vou coscuvilhar qualquer coisa dela em jeito de inspiração, esta exposição foi um pouco disso também.









7 de junho de 2015

Serralves em Festa 2015

Há coisa de 3 anos pra cá que todos os anos digo em Serralves ''pró ano não volto! isto tá sempre cheio carago''.E todos os anos volto. Porque os amigos combinaram, porque um amigo tem uma parte no programa ou porque, este ano, a minha irmã (de peruca rosa) ia dançar. E fui, cedinho, no domingo na hora de almoço, focada em estender a manta no relvado onde ela ia dançar e assistir apenas a isso. Fui sem expectativas, sem ver o programa e sem saber de nada. Ao chegar vejo que Ghettoven ia actuar antes da minha irmã e lá dou um salto ao ''Ténis'' - valeu-me um pseudo escaldão no peito e costas. A caminho da apresentação dela dei uma olhada na exposição do museu e voltei para o ''We are all stories in the end'', do Ricardo Ambrósio, apresentado pela turma do 2º ano de dança do Balleteatro. Pedi que não me contasse nada, só sabia que cada um tinha uma personagem - queria saber ao ver o espetáculo. Não tenho uma narrativa linear para deixar aqui, nem vale a pena, deixo as fotos.
























16 de fevereiro de 2015

Stanley Kubrick no metro de NY


Sabem quando vêem alguém a fazer alguma coisa tão boa, mas tão boa, na vossa área que pensam ''oh god como é que eu alguma vez vou fazer uma coisa destas?'' e depois vêm que essa pessoa é mais nova... Isto acontece-me uma boa meia dúzia de vezes por dia mas uma vez que me bateu forte foi quando vi este conjunto de fotos. Ao longo destes anos tenho-as visto repetidamente, umas vezes soltas outras em conjunto e sempre assinado Stanley Kubrick. Depois de ver o nome fico com aquela sensação agridoce de ''claro que as fotos são boas, vindo de quem vêm'' e ''possa o gajo só tinha 17 anos''.
Anyway, eu gosto imenso destas fotos e os motivos são vários. Primeiro porque me lembro delas e pode parecer um bocado desnecessário este argumento mas, tendo em conta as centenas de imagens a que sou exposta todos os dias, lembrar-me de uma imagem meses depois de a ver é sinal que de facto me fez alguma coisa. A genialidade das fotos é inegável, o miúdo já sabia o que fazia e nota-se uma sensibilidade fotográfica evidente. Sempre tive dificuldade em perceber a ideia da concepção dum filme, era-me um bocado abstracta até me explicarem que os filmes surgem mais ou menos da mesma ideia duma foto - a coisa vai lá com o treino. Por último como é que eu resisto a fotos de pessoas nos anos 40? O que eu mais gosto de fotografar numa das minhas épocas preferidas, opá!


Fonte das fotos: Link







A preferida do grupo



Com mais pesquisa acabei por revisitar o site do museu de Nova Iorque  com mais fotos do caraças e algumas que não via há muito tempo, sendo esta também, uma das preferidas


As fotos do Kubrick já fizeram mais por mim do que as leituras que fiz sobre como fotografar, mas quem é bom é bom.